quinta-feira, 14 de junho de 2018

2 CÃOMINHADA DA FUNDAÇÃO MICHEL AMIGO BEIJA FLOR, VENHA E TRAGA SEU PET!!!

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A Fundação Michel Amigo Beija Flor tem o prazer de convidar toda população de Balsas e arredores para a realização da segunda cãominhada da fundação que será no dia 13 de julho, uma sexta feira 13, dizendo que gato preto não dá azar, da amor, leishmaniose não é sinônimo de sacrifício, não mate seu amigo, trate, não compre animais adote, castração é um ato de amor, enfim vários temas serão tratados nessa oportunidade, teremos um cãocurso do cão mais bonito, raças pequenas, médias e grandes, o vira lata mais bonito,as inscrições para quem deseja participar do cãocurso, deverão ser feitas diretamente através do contato 99-981470009, falar com Adriana, o valor da inscrição e um saco de 3 kg de ração para gato ou cachorro, haverá sorteio de brindes para quem doar ração no dia do evento, teremos vendas de comidas, lanches e brindes para arrecadação de fundos para a Ong, venha participar dessa corrente do bem, traga seu pet....

obs: somente os cães inscritos irão participar do cãocurso, o valor da inscrição e um saco de ração de gato ou cachorro para a Fundação, os demais animais participaram da cãominhada sem pagar nada.

traga seu animal previamente alimentado, traga água e ração para seu Pet, bem como sacos coletores para fezes
NOTA DE ESCLARECIMENTO: NÃO SÃO PERMITIDOS A VENDA DE ANIMAIS NOS EVENTOS DA FUNDAÇÃO, PORTANTO NÃO BANQUE O ESPERTO!!! QUEM DESCUMPRIR SERÁ CONVIDADO A SE RETIRAR DO EVENTO!!!

RÚSSIA ASSASSINA CÃES DE RUA ANTES DA COPA!!!! PROTETORES ANIMAIS DEVEM BOICOTAR A PORCARIA DESSA COPA!!!





Centenas de milhares de vira-latas vagam pelas ruas das grandes cidades russas. Nas vésperas da Copa, autoridades aceleram a “limpeza”. E entram em confronto com ativistas dos direitos dos animais. Uma guerra opõe ativistas de direitos dos animais e autoridades da Rússia às vésperas da Copa do Mundo de 2018. No centro dela está a “limpeza” das ruas das grandes cidades dos vira-latas.

O problema dos cães sem tutor já existe há muito tempo, mas ganhou uma nova dimensão com a chegada do grande evento esportivo.

A Rússia quer causar uma boa impressão nos turistas estrangeiros, o que inclui também retirar os cães sem dono das ruas. Especialistas calculam que há de 400 mil a até 2 milhões vagando pelo país.

Ativistas de proteção dos animais alertam para editais cada vez mais frequentes nos sites de autoridades russas, às vésperas da Copa do Mundo. Neles, diz-se que animais abandonados não devem mais apenas ser “recolhidos, esterilizados e abrigados”, mas também “recolhidos, transportados e eliminados”.

A ativista Helena Ivanova-Werchovskaya afirma que as autoridades prometeram construir abrigos temporários nas cidades da Copa. “Os cachorros seriam recolhidos, esterilizados, abrigados e, depois da Copa do Mundo, de novos soltos. Isso era o que se dizia há dois, três meses.”

Mas apenas Moscou, São Petersburgo e Níjni Novgorod – três das onze cidades onde a Copa será disputada – têm abrigos para animais de rua. Kaliningrado está construindo um. E em nenhuma delas as condições são ideais. “Onze cidades russas estão sendo inundadas com o sangue de animais sem dono”, afirma o grupo de ativistas BloodyFifa2018.

Segundo Ivanova-Werchovskaya, o problema exista há décadas e não pode ser resolvido em tão pouco tempo. Ela trabalha para a Câmara Pública de Moscou, onde coordena um grupo de vigilância dos cães abandonados. A Câmara Pública, recentemente criada pelo presidente Vladimir Putin, é um órgão consultivo do Parlamento que assessora o trabalho das duas câmaras parlamentares.

Superlotação em abrigos

Um projeto para esterilizar e vacinar os cães de Moscou, sem retirá-los das ruas, foi encerrado em 2008. Desde então, os animais apenas são recolhidos para os 13 abrigos da cidade. “Uma vez por ano, as autoridades fazem uma licitação para o recolhimento de animais. O pagamento depende do número de cachorros recolhidos. Quanto mais animais, mais dinheiro”, critica Ivanova-Werchovskaya.

“Os animais são registrados nos abrigos, mas o número de vagas é limitado. Todos os abrigos estão superlotados”, afirma Ivanova-Werchovskaya. Segundo ela, ninguém controla a lotação dos abrigos.

Este ano estão previstos 900 milhões de rublos para o recolhimento e abrigo de cachorros de rua na Rússia. No ano passado foram gastos 670 milhões. Apesar de os recursos disponíveis serem maiores, a situação nos abrigos superlotados piora a cada ano. A maioria das unidades da capital não tem nem mesmo água corrente.

“Os animais recebem a água que é levada para lá. Muitas vezes não há água. As gaiolas são velhas construções de madeira e precisam ser constantemente reparadas. Só há dinheiro para pequenos consertos, mas isso não basta”, afirma Ivanova-Werchovskaya.

Matança indiscriminada

Ativistas alertam contra o encerramento do programa para esterilizar e vacinar cães de rua também em outras cidades. O projeto já foi proibido pela Justiça russa em Rostov do Don, em 2016, com o argumento de que soltar os animais coloca em risco a segurança pública.

“Ou seja, pode-se recolher e abrigar os animais, só que não há mais lugar nos abrigos. Soltá-los de novo é proibido. Assim, com o uso dos mais variados pretextos, os animais acabam sendo mortos”, afirma Ivanova-Werchovskaya. Para que tudo ocorra dentro da lei, raiva ou elevada agressividade são diagnosticadas – sem qualquer verificação.

Além dos editais públicos, as cidades também fecham contratos diretos com empresas para a captura de um determinado número de animais. Mas apenas uma quantidade ínfima deles vai parar num abrigo – estima-se que apenas um a cada dez. Nos demais são constatadas doenças, e eles são mortos.

“Nas proximidades de Moscou havia um caso escandaloso no qual – para economizar dinheiro com soníferos – os cães eram queimados vivos”, diz a ativista Viktoria Pavlenko. Segundo ela, a maioria das empresas que vencem os editais não tem qualquer escrúpulo na hora de lidar com os animais. “Na maioria das vezes, os cães são mortos já na captura ou são sedados ainda durante o transporte”, critica.

Nova lei para o tratamento

Os ativistas lutam por uma lei geral para o correto tratamento dos animais, que permita o recolhimento, esterilização e soltura de cães sem dono. Um projeto de lei nesse sentido já foi aprovado em primeira análise. Mas a segunda e a terceira análise são constantemente adiadas.

Quem ganha com isso são as empresas que se ocupam do recolhimento de animais, mas também autoridades locais. “A matança de animais sem dono é um negócio extremamente corrupto, muito caro e ineficiente”, diz Ivanova-Werchovskaya. Também empresas farmacêuticas, que fabricam e vendem soníferos, ganham com isso.

No fim de 2017, ativistas fizeram uma greve de fome nas proximidades do Parlamento russo. Eles exigiam a aprovação do projeto de lei para o tratamento correto de animais. Outros ativistas organizaram vigílias em Moscou. Também em outras cidades russas houve manifestações. Mas não houve qualquer reação das autoridades.

Fonte: Terra

terça-feira, 5 de junho de 2018

5 DE JUNHO, DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE:



Assim como todas as festas e eventos importantes merecem um dia no calendário para serem lembrados e celebrados, o também meio ambiente merece! E não entenda errado, o dia do meio ambiente é tão importante quanto o dia das mães, a páscoa e o dia de Tiradentes. Mas afinal, qual o dia do meio ambiente? O dia oficial em que o meio ambiente é celebrado no muno inteiro é 5 de junho.


Foto: Reprodução
Como a data surgiu?

Quem declarou que 5 de junho seria o dia do meio ambiente foi a ONU (Organização das Nações Unidas), no dia 15 de dezembro de 1972, por causa da Conferência de Estocolmo, que aconteceu na Suécia, e foi um dia marcante onde vários países se reuniram para decidir lutar a favor da preservação do meio ambiente e do ecossistema de todo o planeta.
Por que é importante comemorar o dia do meio ambiente?

Com o avanço da globalização e o aumento da modernidade, a humanidade vem criando cada vez mais lixo, que está se entulhando pelo planeta e poluindo e destruindo a natureza rapidamente.

Os lixos como plástico, metal, papelão e vidro têm criado um verdadeiro caos no meio ambiente. Eles se espalham pelos mares, oceanos e florestas, poluindo todo o ecossistema e causando a morte de vários animais e até a extinção de algumas espécies.


Alguns animais confundem o lixo com comida, e acabam morrendo sufocados, porque seus estômagos não conseguem digerir o lixo. Outros morrem intoxicados por causa da poluição do seu habitat.

As fumaças dos carros e indústrias estão destruindo a camada de ozônio, que é um gás que se localiza na atmosfera e protege o planeta dos raios ultravioletas – que podem dar câncer de pele. A destruição do ozônio está provocando também o efeito estufa, que está aos poucos derretendo as geleiras dos polos, o que pode causar um aumento do nível de água dos oceanos, e fazer com que várias cidades sejam completamente inundadas.

Por causa de tudo isso é muito importante termos consciência e não jogar lixo na praia nem na rua, pois depende de nós, humanos, pararmos com a poluição e proteger o meio ambiente, para salvar os animais e o meio ambiente.
Preservação do meio ambiente no Brasil

Um trabalho mais específico e preservação do meio ambiente foi iniciado no Brasil apenas em 1974, por causa da criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente, que teve como objetivo conscientizar as pessoas contra a destruição da natureza, e deixa-las mais sensibilizadas com esses assuntos.

terça-feira, 22 de maio de 2018

POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS O QUE É?


A posse responsável dos animais é um compromisso com a vida.

Ter um animal de estimação é uma responsabilidade que pode durar anos. Antes de receber um cão ou gato em sua casa, reflita sobre os deveres de um dono responsável.




Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos

1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida: tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove-o e exercite-o regularmente.

6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8. Recolha e jogue os dejetos (fezes) em local apropriado.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

Fonte: Arca Brasil





Importante:


Para gatos que vivem em apartamentos, é necessário colocar telas de proteção nas janelas, para evitar quedas. Ao contrário do que se acredita, gatos escorregam, caem e até podem morrer caindo de janelas e telhados.

NUNCA bata no animal. Se ele fez algo que não devia, reprima-o de outro jeito.

EDUQUE as crianças para respeitar o animal, sem bater, chutar, torcer, jogar ou fazer alguma brincadeira que possa feri-lo. Lembre-se que os animais só costumam agredir se forem agredidos primeiro.

NUNCA deixe seu animal preso à correntes, ou em canis apertados. Animais devem ter liberdade e espaço para andar para cá e para lá. Se você precisar prendê-lo, que seja por pouco tempo.

NUNCA use o animal para fins lucrativos, procriação e/ou como cão de guarda, e nunca o passe adiante. Ele não é um objeto, é seu companheiro.

NUNCA ABANDONE seu animal. Ele sofrerá todos os tipos de maus tratos na rua, sentirá frio, fome, sede e tristeza, poderá ser atropelado e morrer. Se você tem ou quer ter um animal como companheiro, lembre-se de que tem que ser pra vida toda!

Fonte: União Libertária Animal





A posse responsável dos animais é um compromisso com a vida.


A irresponsabilidade na posse dos animais não é privilégio das classes menos favorecidas. Alguns moradores da favela, até procuram amenizar o problema dos animais abandonados, os adotando e levando para a comunidade.

A aplicação de uma política nacional que vise controlar a superpopulação, implantando leis que especifiquem as responsabilidades do dono, somada a um eficiente trabalho desenvolvido pela vigilância epidemiológica, garantiria uma qualidade de vida a todos.

A falta de união entre as associações protetoras, clínicas veterinárias e órgãos públicos permitiu que a população canina brasileira ultrapassasse os 5 milhões de animais, limite recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Para controlar o risco de doenças e ataques, o correto é a presença de um cão para cada dez habitantes.

Na cidade de São Paulo, existe 1,3 milhão de cães, o equivalente a um por oito habitantes. Os Estados do centro-oeste tem a média de dois cães para cada dez pessoas. Os Estados do Sul são os únicos adequados a recomendação da OMS.

Existe um mito que todos os cães devem procriar pelo menos uma vez para que eles permaneçam sempre saudáveis. Na realidade, a fêmea esterilizada reduz a chance de desenvolver câncer de mamas e infecções no útero e os machos de se envolverem em acidentes de trânsito, brigas e mordeduras.

O macho não castrado torna-se mais violento e propenso ao ataque e a transmissão de doenças contagiosas.

A cada criança que nasce, nascem 15 cães e 45 gatos. Numa estimativa aproximada, a cadela no prazo de 6 anos gera indiretamente 64 mil filhotes e a gata, em 7 anos gera 420 mil novos seres. O número de animais abandonados, não é maior porque muitos morrem precocemente.

Os abrigos não representam a melhor opção e, sim uma forma de armazenar o problema, sem poder nem a curto ou longo prazo encontrar uma solução.

Adotar um animal exige responsabilidade do dono e um compromisso com a vida deste ser indefeso. O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa.Quem o maltratasse deveria ser marginalizado pela sociedade.

Somente o idealismo não é suficiente para encontrarmos o melhor caminho. Precisamos agir e cobrar um programa humanitário nas escolas, uma campanha de conscientização para que a população saiba como evitar a procriação e a comercialização indiscriminada de filhotes.

Os animais não podem pagar com a vida o preço da incoerência humana. No passado, os trouxeram para nossa sociedade e hoje não querem assumir a conseqüência deste ato. Toda posse deve ser responsável. Não ignore teu amigo!

Fonte: WebArtigos.com
Autor: Vininha F. Carvalho
Data Pubicação:17/10/2006


http://fundacaomichelamigobeijaflor.blogspot.com.br

sexta-feira, 4 de maio de 2018

ENVENENAR ANIMAIS É CRIME: DENUNCIE!!! BALSAS, VOLTARAM A ENVENENAR OS ANIMAIS DE NOVO!!!!



ENVENENAR ANIMAIS É CRIME: DENUNCIE!!!

Direito Animal - Crimes contra os animais
Envenenar animais é um crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. Nesta Lei consta que, quem praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos é penalizado com detenção de 3 meses a um ano e multa. Mas se o acusado praticou um crime de menor gravidade (como é considerado o envenenamento de animais) e não cometeu delito nos últimos 5 anos, a Lei permite ao Juíz substituir a pena de detenção por multa revertida em bens como cestas básicas e cobertores ou prestação de serviços à comunidade.


Para castigar ou, ao menos, incomodar o envenenador, deve-se evidenciar a autoria dele e sua intenção em cometer o crime. Ao encontrar um animal morto com suspeita de envenenamento, tire várias fotos em vários ângulos, para mostrar onde foram encontrados o animal e os restos do alimento suspeito de conter veneno. Leve tudo (o animal e o alimento) para um veterinário pois ele poderá encaminhá-lo a um órgão competente para fazer a necrópsia e emissão de um laudo oficial da causa da morte. Consiga testemunhas ou outros fatos relacionados ao envenenamento. Já de posse do laudo e com as fotos, vá a delegacia com as testemunhas munidas de RG e faça um BO (Boletim de Ocorrência).

Se além de matar o animal, o veneno venha a afetar alguma pessoa, o crime torna-se mais grave, podendo ser qualificado como tentativa de homicídio.

E INFELIZMENTE COMEÇOU TUDO OUTRA VEZ, TEM PESSOAS QUE ESTÃO ENVENENANDO OS GATOS DE VOLUNTÁRIAS DA ONG, MAIS UMA DENÚNCIA FEITA PELA FUNDAÇÃO, SE EXISTE O ENVENENAMENTO E PORQUE EXISTE QUEM VENDE O VENENO, PEÇO ENCARECIDAMENTE QUE AS AUTORIDADES COMPETENTES CUMPRAM SEU DEVER DE FISCALIZAR OS E COIBIR ESSA AÇÃO CRIMINOSA, JÁ QUE COMERCIALIZAR VENENO E CRIME TAMBÉM. A CRUELDADE COM OS ANIMAIS E ESTARRECEDORA AQUI NESSA CIDADE E AS PESSOAS NADA FAZEM!!! SE VOCÊ TEVE SEU ANIMAL VÍTIMA DE ENVENENAMENTO FAÇA A DENÚNCIA COMO ESTA DESCRITA AQUI E NO BLOG DA FUNDAÇÃO!!!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

PARE - OLHE - ESCUTE RESPEITANDO A SENSIBILIDADE DOS ANIMAIS DOS ANIMAIS

Um resumo dos problemas

Os animais são reconhecidos na União Européia (UE) como ‘seres sensíveis’. Isso significa que o animal:

• É capaz de reconhecer os seus arredores;
• Percebe as emoções relacionadas àquilo que sente;
• Percebe o que está acontecendo com ele;
• É capaz de aprender com a experiência;
• Percebe sensações como dor, fome, calor ou frio;
• Tem consciência de suas relações com outros animais e com os seres humanos;
• É apto a distinguir e escolher entre objetos, animais e situações diferentes, mostrando que entende o que está acontecendo em seu meio.

Em resumo, animais percebem como se sentem, onde estão, com quem estão e como são tratados.

Atitudes humanas frente à sensibilidade animal

A maneira como as pessoas pensam nos animais é influenciada pela criação, educação e moda de sua época.

Por exemplo, o filósofo francês René Descartes (1596 - 1650) exerceu uma influência profunda com sua opinião, de que os animais são ‘máquinas’ sem alma. Porém, 100 anos mais tarde o filósofo inglês Jeremy Bentham (1748 - 1832) perguntou: "A questão não é podem raciocinar?, nem podem falar?, mas podem sofrer?" (1) Charles Darwin (1809 - 1882), cujas idéias formam a base da biologia moderna, acreditava, também, que é possível que ‘o ato mental’ nos animais é similar ao dos humanos.

A escola de psicologia behaviorista do século XX defendia, que apenas o comportamento pode ser estudado - não uma emoção ou um raciocínio subjacente. Isso influiu de forma duradoura no estudo do comportamento animal.

Entretanto, muitos cientistas modernos que estudam o comportamento animal - por observação ou por experiências - acreditam, que muitos animais sentem e pensam. Houve muito interesse em animais selvagens, mas alguns cientistas estão se destacando, ao explicar para o público a necessidade da zootecnia levar em conta a sensibilidade dos animais de criação. Isso é importante, porque nesse momento estão criando mais de 22 bilhões de animais no mundo (excluindo os peixes). Embora seja difícil saber, exatamente, o que os animais sentem, pouquíssimas pessoas ainda acreditam, que os animais são máquinas que não sentem e nem pensam. O desafio agora é reconhecer a sensibilidade animal na prática, na criação e nas outras formas como usamos os animais em nosso benefício.

Dor

Os psicólogos, normalmente, definem a dor, que os seres humanos sentem, como uma experiência desagradável, afetando os sentidos e as emoções.

Se um animal coloca a pata sobre uma superfície ou objeto que machuca, vai afastá-la. Alguns cientistas ainda afirmam que isso é apenas uma reação fisiológica e que o animal não tem consciência de desconforto ou dor. Entretanto, a grande maioria dos cientistas - e dos bons fazendeiros que trabalham com animais - aceitam que os animais têm consciência da dor e devem ser protegidos dela. Aves, assim como mamíferos, têm um complexo sistema sensorial.
Temos que aceitar que as condições que causam dor ao homem, também causarão dor aos animais. Os peixes têm receptores de dor e mostram reações fisiológicas -similares as das pessoas - a eventos dolorosos. Alguns cientistas também acreditam, que há provas de que invertebrados sentem dor.

Na criação industrial, os animais são sujeitos a desconforto e dor de diferentes maneiras. As causas podem ser mutilações - normalmente feitas sem anestesia - ou o tratamento bruto. Algumas vezes, esse é o resultado, não intencional, da criação intensiva - por exemplo, no alojamento, na alimentação, no mercado, no transporte e no abate - que não leva em conta o sofrimento dos animais.

Medo, ansiedade e estresse

Assim como a dor, é difícil avaliar, exatamente, quanto medo e ansiedade os animais sofrem, porque diferentes espécies comportam-se diferentemente (por exemplo, lutam ou fogem). Entretanto as leis de proteção animal e o senso comum admitem que essas emoções são uma experiência desagradável e causam sofrimento.

Estudiosos do bem-estar animal dizem, que animais estão sob estresse, quando estão num ambiente que não suportam. Situações repetidas ou prolongadas de estresse podem causar doença e sofrimento nos animais confinados - assim como nas pessoas.

Frustração do comportamento natural

Animais confinados sentem e mostram frustração quando não podem desempenhar seu comportamento natural ou quando são privados de algo prazeroso, como a comida que esperavam. Areação dos animais à frustração mostra, que sabem o que querem fazer e como esperam que o mundo seja.

Prazer e brincadeiras

Os animais também sentem as emoções positivas decorrente do seu comportamento natural. Muitas das aptidões de que os animais precisariam na vida adulta, na natureza, são parcialmente aprendidas em brincadeiras quando jovens. O fato de que animais gostam de brincar é um sinal de sua vida mental complexa.

O comportamento social dos animais

Os animais têm vida social bastante complexa quando em condições naturais. Eles precisam reconhecer indivíduos diferentes (incluindo outras espécies e os seres humanos); perceber e entender o comportamento de outros; comunicar se; selecionar seu par e criar a prole. Os estudiosos concordam que milhares de anos de domesticação dos animais mudaram pouco suas motivações básicas e seus padrões de comportamento. Subestimamos muito as habilidades dos animais para resolver problemas, entender seu ambiente e aprender.

A seguir, vamos comparar como os animais gostam de viver na natureza e como nós os tratamos na criação intensiva.

Criação intensiva

A criação intensiva se desenvolveu devido à demanda por carne, leite e ovos baratos e abundantes. Nos países desenvolvidos, a vasta maioria dos animais são criados em confinamento e a criação intensiva está rapidamente se alastrando por todo o mundo. Nesse sistema, controlamos o que os animais comem, onde e como vivem, sua produção e, freqüentemente, reprimimos seu comportamento natural.

Muitas vezes, as práticas de criação intensiva são contrárias ao bem-estar dos animais:

• A maioria dos porcos, algum gado e as aves domésticas são mantidos em recinto fechado durante toda a vida.

• Alguns animais são mantidos em confinamento restrito (gaiolas e cercados pequenos e impróprios).

• Os animais são forçados a crescerem rapidamente, se reproduzirem com maior freqüência e são abatidos mais jovens.

• Freqüentemente, mantemos os animais em grupos excessivamente grandes e, muitas vezes, animais desconhecidos são trazidos para o grupo. Nessas circunstâncias, os animais são muito mais agressivos e dados a brigar, porque se sentem ameaçados.

• Quando animais são aglomerados e confinados em lotes ou em recinto fechado, os menores ou mais fracos, muitas vezes, são intimidados e incapazes de chegar até a comida e aos bebedouros.

• Os animais são, algumas vezes, tratados com brutalidade e transportados por distâncias longas, o que causa danos físicos e medo.

• Os animais que vão para o abate estão estressados e o abate, com freqüência, é muito cruel.


O salmão do Atlântico


Como gosta de viver? Em liberdade, a fêmea escolhe um local em água doce, cava um ninho com a cauda e desova.

Um ou mais machos fecundam os ovos. Depois de saírem dos ovos, os peixes passam anos em água doce. Quando vão para a água salgada, ocorrem mudanças físicas para permitir que sobrevivam. Depois de passar até sete anos no oceano e viajar milhares de quilômetros, sozinhos, voltam à água doce natal para a desova. Acredita-se que eles saibam ‘farejar’ o caminho para casa.

Como é criado. Cada salmão, com 75 centímetros de comprimento, recebe, numa gaiola marítima, menos do equivalente a uma banheira de água. Como resultado temos o comportamento anormal, feridas, deformidades, doenças e altas taxas de mortalidade. Arrancar ovos das fêmeas e coletar esperma dos machos são processos rotineiros quere querem manipulação estressante para o peixe. Para impedir que um salmão dominante maltrate ou coma os menores, são selecionados por tamanho - uma experiência estressante. Infestação de piolho do mar é um problema sério. O transporte dos peixes jovens da água doce para as gaiolas marítimas, também causa muito estresse. A piscicultura de outras espécies, também, é altamente intensiva. (2) Antes do abate os peixes, acostumados à alimentação freqüente e abundante, são submetidos à fome durante 7 a 10 dias. Quando são levados para o abate, as gaiolas profundas são puxadas para a superfície e o salmão não se adapta rapidamente à mudança de pressão. "O resultado final são peixes estressados e exaustos". (3) Métodos de abate em que os peixes estão conscientes, enquanto sufocam ou sangram até a morte, são de uso comum.

O gado

Como gosta de viver? O gado vive em manadas com uma hierarquia e com pastos específicos. Machos jovens, às vezes, formam pequenos grupos e os machos mais velhos com freqüência estão solitários, exceto na época de acasalamento. Raramente, animais desconhecidos ingressam no grupo. O gado sabe reconhecer 50 a 70 indivíduos. Eles limpam uns aos outros e demonstram quando querem ser limpos. A comunicação visual e verbal entre o rebanho é importante. Uma vaca se afasta do grupo antes de dar à luz e o vínculo entre vaca e bezerro é rapidamente estabelecido. O bezerro mama durante, pelo menos, oito meses. Ele aprende as habilidades essenciais para viver com a vaca e outros membros do grupo.

Numa fazenda muito grande, orgânica, na Inglaterra, onde grupos familiares são mantidos, é visível que o relacionamento mãe-filha continua bem depois que um novo bezerro nasce. Em certa ocasião, o primogênito de uma jovem vaca nasceu morto, após um parto difícil. Após o tratamento veterinário, de emergência, ela cambaleou para longe através dos campos, para procurar a mãe e o fazendeiro a encontrou deitada aos pés da mãe, sendo lambida e aparentemente confortada. (4) Como é criado A produção leiteira requer a separação de mãe e filhote. Na criação comercial a vaca leiteira, geralmente, precisa ter um filhote por ano para que produza leite durante os próximos 10 meses. Normalmente, o filhote é afastado após 24 horas. Será criado como vaca leiteira ou para fornecer carne de vitela ou como gado de corte. Muitos bezerros são mortos ao nascer. A vaca, às vezes, chama durante dias por seu bezerrinho que foi afastado.

Muita vaca leiteira, criada para produzir grande quantidade de leite, sofre durante muito tempo de dor, devido à mastite (infecção do úbere), e manca. Bezerros, muitas vezes, são submetidos à amputação dolorosa do rabo, ao descornamento e à castração - sem analgésico.

Os frangos


Como gostam de viver? Os frangos que criamos foram domesticados no sudeste da Ásia. Seu habitat natural são áreas arborizadas com locais cobertos para empoleirar-se à noite. Vivem em pequenos grupos hierárquicos, coordenando as atividades diárias. Acredita-se que, aves da floresta e frangos domesticados tenham mais de 30 pios diferentes para transmitir mensagens. Também, se comunicam através de posturas e exibições visuais. Uma galinha anda uma distância considerável para escolher cuidadosamente um local apropriado e seguro para o ninho. Ela põe diversos ovos no ninho e, depois, pára de botar e começa a chocar os ovos. Os pintinhos começam a se comunicar piando - com a galinha e entre si - mesmo antes de romperem a casca. Frangos gostam de se banhar em pó para limpar as penas, usando feno como um ‘xampu seco’. Explorar e pastar é importante para eles. Usam o bico e bicar é uma ‘atividade de alta-tecnologia’. Frangos passam até 90% do tempo ciscando. As galinhas - assim como as vacas, as ovelhas e os porcos - distinguem-se e aprendem uns com os outros.

Como são criados. Os frangos são criados como ‘galinhas poedeiras’ e ‘frangos de engorda’ (para ‘carne’). Galinhas poedeiras, em gaiolas, não conseguem ter comportamento natural. Bicar machucando outras galinhas, às vezes, até a morte, nunca é visto na natureza e é resultado da criação em confinamento. Para evitar que machuquem outras galinhas, muitas têm o bico aparado, o que causa dor persistente. Uma galinha engaiolada tende a ter ossos quebradiços e fraturados e seu espaço é menor do que uma folha de papel A4.

Frangos de engorda são mantidos em galpões tão adensados que qualquer movimento e descanso são prejudicados. A cama, cheia de excrementos, causa feridas na pele e poluição do ar. A criação seletiva causa claudicação dolorosa e doenças cardíacas. Essas aves crescem tão rápido que, normalmente, são abatidas com seis semanas de vida. É improvável que iriam sobreviver até a maturidade, devido aos problemas com pernas, coração e pulmão.

O visão

Os visões são criados em pequenas e impróprias jaulas de metal, depois são abatidos por sua pele. Sendo semi-aquáticos, preferem ter acesso à água para nadar e pastar.
Foram realizadas experiências, onde o visão tinha que‘trabalhar’ para ter acesso a um ninho diferente ou a um banho d’água. Apesar de serem criados em cativeiro por 70 gerações, eles mostraram preferência pelo banho d’água.

Quando privados dele, seu estresse (medido por níveis do hormônio cortisol) era igual à privação de comida por 24 horas. (5)

Os porcos


Como gostam de viver? Na natureza, os porcos vivem em pequenos grupos de porcas, que se conhecem, e suas ninhadas. Porcas desconhecidas raramente se juntam ao grupo. Ocupam áreas diferentes para fuçar, estrumar, alimentar-se e preparar os ninhos para dormir. Os porcos reconhecem 20 a 30 indivíduos e cumprimentam os amigos tocando os focinhos, grunhindo e se limpando. O varrão tem um ‘canto de acasalamento’ especial. Uma porca pode andar 5 a 10 km para encontrar um local isolado e protegido em que constrói um ninho seguro e dá à luz.

Ela mantém contato com os porquinhos por meio de uma variedade de grunhidos e guinchos. Os porquinhos são desmamados, gradualmente, por volta de 17 semanas, mas, muitas vezes, ficam com a mãe até a maturidade sexual aos 8 a 10 meses. Os porcos usam seu focinho sensível e versátil para cavar e pastar, têm um olfato agudo. Experiências mostram que, os porcos entendem o que está se passando na mente de outros porcos e tomam suas decisões de acordo, a fim de conseguir o que querem. Antes se cogitava, que esse tipo de reflexão acontece somente em macacos e seres humanos.

Como são criados Na criação intensiva, os porquinhos são, normalmente, separados da mãe após 2 a 4 semanas e alojados com porquinhos desconhecidos. Se são separados muito cedo, chamam pela mãe com guinchos característicos e em alguns casos parecem ‘desistir da vida’.

Frangos gostam de se banhar em pó para limpar as penas, usando matéria seca como xampu Frangos de engorda mantidos em galpão abarrotado A porca não consegue fazer um ninho e cuidar dos porquinhos como gostaria © Rob Hill Porcos mantidos sobre concreto liso ou sarrafos não podem pastar e fuçar. Porquinhos mantidos sobre turfa e palha são mais ativos e menos agressivos do que aqueles mantidos sobre concreto. Porcas reprodutoras mantidas ao ar livre, freqüentemente, têm um anel no focinho para impedi-las de fuçar e com isso escavar a terra. O anel lhes causa dor quando tentam fuçar. A porca, mantida numa baia com concreto, ainda assim, tenta construir um ninho. Varrões reprodutores, freqüentemente, são mantidos em baias solitárias e tem seu sêmen ‘ordenhado’.

Em alguns países o rabo é amputado, para que não mordam os rabos uns dos outros - um comportamento de frustração, resultado da criação intensiva em condições não naturais.

Porquinhos machos, criados por sua carne, em muitos países, Porcos mantidos sobre concreto liso ou sarrafos não podem pastar e fuçar. Porquinhos mantidos sobre turfa e palha são mais ativos e menos agressivos do que aqueles mantidos sobre concreto. Porcas reprodutoras mantidas ao ar livre, freqüentemente, têm um anel no focinho para impedi-las de fuçar e com isso escavar a terra. O anel lhes causa dor quando tentam fuçar. A porca, mantida numa baia com chão de concreto, ainda assim, tenta construir um ninho. Varrões reprodutores, freqüentemente, são mantidos em baias solitárias e tem seu sêmen ‘ordenhado’.

Em alguns países o rabo é amputado, para que não mordam os rabos uns dos outros - um comportamento de frustração, resultado da criação intensiva em condições não naturais.

Porquinhos machos, criados por sua carne, em muitos países, também são castrados. Essas mutilações causam dor intensa e permanente.

As ovelhas


Como gostam de viver? As ovelhas andam em grupos separados de fêmeas ou de machos. Os grupos de fêmeas, normalmente, abrangem várias gerações. As ovelhas são muito sociais e o isolamento do grupo causa estresse.

Estudiosos mostraram, que as ovelhas lembram-se de até 50 faces de ovelhas por até dois anos e que também conseguem reconhecer animais de perfil, depois de terem aprendido a reconhecê-los de frente. Pesquisadores concluíram que, as ovelhas têm "necessidade altamente desenvolvida de interação social e, portanto, um sentido sofisticado de consciência social". (6) Como são criadas. Cordeiros rotineiramente têm o rabo amputado e são castrados sem analgésico. Na Austrália, as ovelhas têm os dentes amolados e são submetidas a um doloroso procedimento em que a pele em volta da base do rabo é cortada, deixado a carne viva, para reduzir o ataque de moscas - tudo sem analgésico. Ovelhas e cordeiros são transportados por distâncias muito longas, causando grande angústia. Por exemplo, existe um vasto mercado de animais vivos australianos, que são abatidos no Oriente Médio.

Progresso e alternativas

Existem alternativas, para os sistemas de criação intensiva, que levam em consideração a sensibilidade dos animais (a criação em liberdade e a orgânica). A pressão de alguns cientistas e de grupos de proteção animal permitiu dar alguns passos na UE em direção ao reconhecimento da sensibilidade animal:


• A criação de pele animal é proibida na Áustria e na Grã-Bretanha.

• A amputação rotineira do rabo de porquinhos é ilegal na UE.

• Os frangos de engorda. A UE vai começar a estabelecer diretrizes que regulam o bem-estar de frangos de engorda.

• O transporte de animais vivos por longa distância para abate. O Parlamento Europeu votou um máximo de oito horas de transporte, mas existem controvérsias sobre essa mudança.

• Os engradados para porcas serão proibidos na UE a partir de 2013 (exceto para as primeiras quatro semanas de gravidez).

• Debicar galinhas será proibido na Grã-Bretanha a partir de 2011.

• Todos os porcos devem receber material suficiente - como palha - para manipular seguindo seu comportamento natural.

• Os engradados de vitelo serão ilegais na UE a partir de 2007 (são ilegais na Grã-Bretanha desde 1990).

• Os animais são reconhecidos como seres sensíveis no Tratado Europeu (1997).Mudanças para melhor também estão aparecendo em outros países ao redor do mundo.


PARE - OLHE - ESCUTE - RESPEITANDO A SENSIBILIDADE DOS ANIMAIS As ovelhas ofegantes transportadas no calor, sofrem tanto estresse que ocorrem muitas mortes no trajeto Porquinhos gostam de fuçar e pastar © Colin Seddon.

A criação orgânica de animais beneficia muito o seu bem estar e, também, é melhor para o meio-ambiente e para a saúde humana. Os padrões orgânicos diferem através do mundo. Aqueles da Soil Association (Associação do Solo) www.soilassociation.org, na Grã-Bretanha, estão entre os melhores.

Referências
1. J Bentham, Introduction to the Principles of Morals and Legislation (1789), quoted in Animals and Why they Matter, M Midgley, University of Georgia Press, 1984, ch 8 2. CIWF Trust. In Too Deep - the welfare of intensively farmed fish, 2002 3. S Willoughby. Manual of Salmonid Farming. Fishing News Books, Blackwell Science: Oxford, 1999
4. R Young, The Secret Life of Cows, advance publicity extract, Farming Books and Videos, 2003
5. G J Mason, J Cooper and C Clarebrough, Frustrations of furfarmed
mink, Nature 410: 35-36, 2001 6. K M Kendrick, Animal Awareness, in J M Forbes et al., (eds), Animal Choices, Occasional Publication No 20, BSAS, 1997.

segunda-feira, 12 de março de 2018

CD ÉTICA E DIREITO ANIMAL:




No dia 14 de junho de 2011 foi lançado o CD “Ética e Direito Animal” na Escola de Ciências Jurídicas da UNIRIO, no Rio de Janeiro. Veja ao final deste texto algumas imagens do lançamento e a relação de autores.

O CD “Ética e Direito Animal” foi idealizado e organizado pela associação “Defensores dos Animais”, com patrocínio da WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal. O material foi produzido por diversas autoridades do meio jurídico e por membros de organizações não-governamentais que lutam em defesa da vida animal.

Trata-se de um curso introdutório ao Direito Animal com 17 capítulos, em forma de power point, onde são abordados os diferentes tipos de crimes contra a fauna, sendo encontradas as principais leis vigentes e os mecanismos disponíveis para a defesa dos animais em juízo, bem como exemplos de ações e sentenças judiciais, fontes de consulta e vasto material ilustrativo. Abaixo o conteúdo do CD.

Introdução

Módulo 1: Introdução à relação homem-animal

– cap. 1 – Fundamentos éticos

– cap. 2 – Abolicionismo animal

– cap. 3 – Bem-estar animal

Módulo 2: Normatização

– cap. 1 – Retrospectiva histórico-legislativa

– cap. 2 – Tratados internacionais de proteção da fauna

– cap. 3 – Tutela constitucional dos animais

Módulo 3: Crimes contra a fauna

– cap. 1: Introdução aos crimes contra a fauna

– cap. 2: Animais na produção

– cap. 3: Animais no entretenimento

– cap. 4: Animais no trabalho

– cap. 5: Animais no ensino e na pesquisa

– cap. 6: Animais para companhia

– cap. 7: Animais silvestres

– cap. 8: Animais em rituais

Módulo 4: Implementação do direito animal

– cap. 1: Movimentos sociais e instituições públicas

– cap. 2: Instrumentos de defesa dos direitos animais

– cap. 3: Educação ambiental e humanitária



O CD “Ética e Direito Animal” tem como objetivo disponibilizar aos docentes dos cursos de Direito, aos advogados, delegados, promotores de justiça, juízes, representantes de ONGs e outros interessados e estudiosos do tema as informações necessárias para o debate ético e a defesa da vida e dos direitos dos animais.

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VALE LEMBRAR:

Para acessar os links que vão permitir a visualização de leis, ações judiciais e vídeos nos slides, abra o arquivo do power point em tela cheia.

Para ler os textos que estão abaixo dos slides, mantenha o arquivo do power point em

tela normal, clique no menu EXIBIR e, em seguida, ANOTAÇÕES.

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O CD “Ética e Direito Animal” pode ser adquirido diretamente em nossa ONG ou remetido pelo correio. Para profissionais da área jurídica, o CD é gratuito (cobrado apenas o valor do frete pelo correio); para outros profissionais, o custo é de R$10,00 (dez reais) mais valor do frete. Estes são valores promocionais, que permanecerão até o término do material em estoque atual. Com a nova edição, novos valores poderão ser informados. Querendo adquirir o CD “Ética e Direito Animal” faça o depósito correspondente (valor do CD mais frete) na conta da associação “Defensores dos Animais”; informe-nos do depósito feito (valor, dia e horário) e do endereço para entrega. Sendo da área jurídica, informe seu número de registro na OAB.

Nossa conta – Banco do Brasil: agência 0658-0 conta 13.228-4

CNPJ: 04.363.242/0001-09

Para calcular o valor de frete do correio para a remessa do CD:
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Largura –12 cm
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Envie-nos sua opinião sobre o CD “Ética e Direito Animal”. Encaminhe sugestões sobre temas a acrescentar ou contéudo a ser alterado. Essas informações são importantes para que, em uma próxima edição, possamos aprimorar esse material. Obrigada.

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Veja fotos do lançamento do CD.


Profª. Mirian Fontenelle – UNIRIO, Mariângela de Almeida e Souza – Defensores dos Animais e Elizabeth MacGregor – WSPA.


Mariângela Souza apresenta o conteúdo do CD.


Promotora Vânia Tuglio – MP/SP fala sobre “os crimes contra a fauna”.


Procurador da República Renato Machado e “a atuação do MPF na defesa dos direitos dos animais”.


Prof. Fábio Oliveira – UNIRIO fala sobre o “direito dos animais na universidade”.


Da esquerda para a direita: Prof. Fábio Oliveira, Halem Nery, Mariângela, Secretário de Defesa dos Animais Luiz Gonzaga, Procurador Renato Machado, Elizabeth Mac Gregor – WSPA.


Parte do público presente.

Relação de autores do CD “Ética e Direito Animal”:

Edna Cardozo Dias – Doutora em Direito pela Faculdade de Direito da UFMG, Professora de Direito Ambiental (FUMEC, Newton de Paiva e Arnaldo Janssen), Membro da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MG (1993/2003), Membro do Instituto dos Advogados de Minas Gerais desde outubro de 2004, Membro do Conselho de Política Ambiental (COPAM) para o mandato 2004-2006, Conselheira da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica – MG (2000 a 2003), Membro do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) representando as ONGs da Região Sudeste (2000 a 2002), Presidente fundadora da Liga de Prevenção da Crueldade contra o Animal, Vice–presidente para as Américas da Sociedade Internacional de Proteção aos Animais, com sede na Itália. Autora dos livros “SOS ANIMAL”, “O Liberticídio dos Animais”, “Manual de Crimes Ambientais” e “Tutela Jurídica dos Animais”.

Fábio Corrêa Souza de Oliveira – Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e da Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da Universidade Estácio de Sá (UNESA).

Halem Guerra Nery – Analista em Planejamento e Logística de Materiais. Presidente do Instituto Ambiental Ecosul de Santa Catarina. Membro do Fórum Municipal de Controle de Zoonoses e Bem-Estar Animal de Florianópolis. Membro fundador (1981) e ex-presidente da Acapra – Associação Catarinense de Proteção aos Animais. Membro do CEUA – Comitê Ético para Uso de Animais na UFSC entre 1999/2000.

Leda Leite Leal da Costa – Advogada. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuante na causa animal há 25 anos. Consultora da Associação “Defensores dos Animais” e da World Society for the Protection of Animals (WSPA).

Lélio Braga Calhau – Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Criminólogo. Autor da obra “Resumo de Criminologia, 5ª edição, Impetus, Rio de Janeiro,2009”, “Vítima e Direito Penal”, 2ª edição, Mandamentos, BH, 2003″, “Bullying: o que você precisa saber, RJ, Impetus, 2009” entre outras obras. Pós-graduadoem Direito Penal e Direito Processual Penal pela FADIVALE (1997). Pós-Graduadoem Direito Penal pela Universidade de Salamanca (Espanha – 2004). Pós-graduado em Psicanálise pela UNIVALE (2007/2009). Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela Universidade Gama Filho (RJ 1999/2004). Segundo diretor-secretário do ICP – Instituto de Ciências Penais do Estado de Minas Gerais.

Luiz Eduardo Couto de Oliveira Souto – Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente. Ministério Público de Santa Catarina.

Marcelo Pavlenco – Presidente da ong SOS Fauna. Há 19 anos atuando, em conjunto com as autoridades, nas ações de investigação e manejo da vida silvestre, incluindo apreensão, primeiros socorros e estudos de etologia para a soltura.

Mariângela Freitas de Almeida e Souza – Médica Veterinária e Psicóloga. Mestre em Psicologia. Especialista em Bem-Estar Animal por Cambridge e-Learning Institute (UK). Doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva. Presidente da Associação “Defensores dos Animais” e Consultora da World Society for the Protection of Animals (WSPA).

Renato Machado – Formou-se em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, no ano de 2002. Aprovado no 20o concurso para Procurador da República, exerce atualmente suas funções na Procuradoria da República no Município de São João de Meriti, onde atua na Tutela Coletiva Ambiental, em Crimes Ambientais e Direitos do Cidadão. Integra, também, o Grupo de Trabalho sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. Em 2009, acompanhou a Operação Oxóssi, que desarticulou esquema de tráfico interestadual e internacional de animais silvestres em todo o país, sendo sua atuação marcada pela proteção à fauna e combate à criminalidade ambiental.

Rosana Vicente Gnipper – Psicóloga formada pela Universidade São Marcos – SP. Membro fundador da ONG Movimento SOS BICHO de Proteção Animal (Curitiba), sendo sua presidente desde 2004. Criadora do projeto “Patrulha Animal”, com o objetivo de verificar denúncias de maus-tratos a animais. Presidente da diretoria de Curitiba da ONG Ecoforça (Paraná). Representante da ong SOS BICHO em diversos fóruns e conselhos municipais e estaduais.

Vania Maria Tuglio – Promotora de Justiça há 14 anos. Especialista em direito tributário. Diretora da ABRAMPA – Associação Brasileira do Ministério Público do Meio Ambiente. Autora de várias teses e trabalhos na área ambiental e, em especial, fauna. Assessora do Procurador Geral de Justiça desde 2005, no Centro de Apoio do Meio Ambiente e no CAEXCRIM.

Vanice Teixeira Orlandi – Advogada e Psicóloga Educacional. Presidente da Seção São Paulo da UIPA – União Internacional Protetora dos Animais. Vice-Presidente do Conselho de Proteção e Defesa Animal do Município de São Paulo.

Verônica Nenartavis – Graduada em Medicina Veterinária pela UFF – Universidade Federal Fluminense. Médica Veterinária concursada da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro. Graduada em Direito pela UNESA – Universidade Estácio de Sá.



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